O princípio é o da repetição, estratégia formal recorrente do cinema estrutural. O primeiro filme é uma variação a partir da composição Drumming de Steve Reich e de uma imagem decomposta; o filme do Hollis Frampton é um registo de uma festa de amigos em que a mesma imagem é sucessivamente alterada (e um plano da lua cheia), o filme de Ken Jacobs é mais uma vez um estudo brilhante sobre o detalhe a partir de uma comédia da série Keaton’s Cops em que só vemos uma pequena parcela da imagem re-enquadrada pelo realizador. O último é uma repetição do assassinato de Kennedy retrabalhada de diferentes modos e segundo uma intervenção particular na imagem para nos apercebermos do que não vimos (ou para nos sugerir aquilo que queremos ver).
|